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Arquivos Uncategorized - Luz, Câmera e ação! https://luzcameracao.com.br/categoria/uncategorized/ Fomentando o Audiovisual brasileiro! Mon, 30 Oct 2023 06:14:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.4 LABRFF 2023 Encerra com Chave de Ouro – Confira os Vencedores https://luzcameracao.com.br/labrff-2023-encerra-com-chave-de-ouro-confira-os-vencedores/ Mon, 30 Oct 2023 06:14:17 +0000 https://luzcameracao.com.br/?p=3875 “NOSSO SONHO” é o grande vencedor do 16º LOS ANGELES BRAZILIAN FILM FESTIVALVERA HOLTZ é eleita melhor atriz por “Tia Virginia” e DANIEL DE OLIVEIRA vence por “Rio de Desejo” Sophie Charlote recebe Menção Honrosa por suas atuações em “Rio do Desejo” e “ Meu nome é Gal“. Gabriel Braga Nunes é homenageado com Prêmio …

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“NOSSO SONHO” é o grande vencedor do 16º LOS ANGELES BRAZILIAN FILM FESTIVALVERA HOLTZ é eleita melhor atriz por “Tia Virginia” e DANIEL DE OLIVEIRA vence por “Rio de Desejo”

Sophie Charlote recebe Menção Honrosa por suas atuações em “Rio do Desejo” e “ Meu nome é Gal“. Gabriel Braga Nunes é homenageado com Prêmio Especial pela Carreira, em categoria que estreia no LABRFF.

A premiação aconteceu hoje, dia 26 de outubro, no The Culver Theater, em Los Angeles. O LABRFF já exibiu mais de 1.300 títulos, premiou mais de 500 profissionais do cinema e contribuiu para a produção de longas-metragens no Brasil em parceria com os Estados Unidos, além de ter colaborado no licenciamento de diversos títulos brasileiros para as grandes distribuidoras americanas.

Conheça a lista completa dos vencedores desta 16ª edição do LABRFF

Maquiagem: Tayce Vale por “Meu Nome é Gal”

Diretor de Arte: Ana Mara Abreu por “Tia Virginia”

Edição: Renato Lima por “Predestinado”

Trilha Sonora: Plinio Profeta por “Nosso Sonho”

Roteiro: Mikael Albuquerque e Lusa Silvestre por “O Sequestro do Voo 375”

Direção de Fotografia: Carina Sanginitto por “Vermelho Monet” e Petrus Cariry por “Mais pesado que o Céu”

Curta Metragem: “Welcome Back” Produtores: Nicole Gullane, Christiane Fogaça e André Ristu.

Melhor Filme da Mostra Internacional: Snail. (Produtor Renato Fimene)

Menções Honrosas

Othon Bastos por “Esta Noite Seremos Felizes”

Juan Paiva “Koka” Lucas Penteado por “Nosso Sonho”

Quézia Lopes por “Corpos Invisíveis”

Sergio Machado por “Rio do Desejo”

Caco Monteiro e Lula Oliveira por “A Matriarca”

Sophie Charlote, por “Rio do Desejo” e “Meu nome é Gal”

Prêmio especial pela carreira: Gabriel Braga Nunes

Ator Coadjuvante: Nando Cunha por “Nosso Sonho”

Atriz Coadjuvante: Louise Cardoso por “Tia Virginia”

Ator: Daniel de Oliveira por “Rio do Desejo”

Atriz: Vera Holtz por “Tia Virginia”

Documentário: “Sinfonia de um Homem Comum” Produtores: José Joffily e Isabel Joffily

Direção: Sérgio de Carvalho por “Noites Alienígenas”

Melhor Filme: “Nosso Sonho” Produção Leonardo Edde

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Normal People – um romance atual. https://luzcameracao.com.br/normal-people-um-romance-atual/ Fri, 21 Aug 2020 19:08:38 +0000 https://luzcameracao.com.br/?p=2920 Normal People, minissérie com Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones. Adoro pesquisar quais livros se tornaram os best sellers fora do Brasil, porque sei que muitos deles se transformarão em filmes ou séries. E assim foi com Normal People, romance de 2018, da autora e roterista irlandesa Sally Rooney. Chamada pelo jornal britânico The Guardian, de …

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Normal People, minissérie com Paul Mescal e Daisy Edgar-Jones.

Adoro pesquisar quais livros se tornaram os best sellers fora do Brasil, porque sei que muitos deles se transformarão em filmes ou séries. E assim foi com Normal People, romance de 2018, da autora e roterista irlandesa Sally Rooney. Chamada pelo jornal britânico The Guardian, de “o fenômeno literário da década”. O livro “Pessoas Normais“, um sucesso gigantesco no mundo todo, foi lançado no Brasil em setembro de 2019, pela Editora Companhia das Letras.

A série de mesmo nome do livro original, produzida pra TV pela britânica BBC em parceria com a norte-americana Hulu, chegou há pouco no Brasil pela Starzplay e já vem arrebatando corações.

A própria autora do livro, Sally Rooney, fez a adaptação do livro para a minisérie da TV.

São 12 episódios, com média de 35 minutos de duração, e um final definitivo pois já foi anunciado que não haverá uma segunda temporada.

A história acompanha os encontros e desencontros de Marianne e Connell, vividos pelos jovens e ótimos atores Daisy Edgar-Jones e Paul Mescal. Ele, que recentemente foi indicado ao Emmy 2020, na categoria de melhor ator de minissérie, merecidamente.

Apesar de estudarem na mesma escola, os personagens vivem em lados bem diferentes do espectro social. Marianne é a jovem rica da pequena cidade de Sligo, no oeste da Irlanda. Mas está sempre só, sem amigos na escola e com uma família ausente. Enquanto Connell, é querido por todos na escola, apesar de ser relativamente tímido. De família simples, foi criado pela mãe legal, e que coincidentemente, trabalha como diarista na casa de Marianne.

Sem dar spoiler, pois acontece bem no começo da série, os dois engatam um romance secreto durante o ensino médio, até que o fim da escola e o início da faculdade atropelam a realidade, trazendo novos personagens e surpresas para o relacionamento do casal.

Uma história de amor bem realista, que qualquer um de nós poderia viver, e que trata abertamente questões difíceis e controversas da atualidade. Muito bem produzida e dirigida e com uma trilha sonora maravilhosa, Normal People é o entretenimento perfeito para dias de pandemia.

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Retrato de Uma Jovem em Chamas: A pintura digital perfeita do século XVIII https://luzcameracao.com.br/retrato-de-uma-jovem-em-chamas-a-pintura-digital-perfeita-do-seculo-xviii/ Mon, 22 Jun 2020 07:28:47 +0000 https://luzcameracao.com.br/?p=2502 Quando a diretora de Retrato de Uma Jovem em Chamas, Céline Sciamma, visualizou a brisa do mar da região de Bretanha (França), que define o cenário e a atmosfera do filme, ela imaginou algo bem diferente do que conseguiu. “Fomos para lá porque queríamos o céu cinzento, e na verdade estava muito ensolarado”, disse Sciamma …

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Quando a diretora de Retrato de Uma Jovem em Chamas, Céline Sciamma, visualizou a brisa do mar da região de Bretanha (França), que define o cenário e a atmosfera do filme, ela imaginou algo bem diferente do que conseguiu.

“Fomos para lá porque queríamos o céu cinzento, e na verdade estava muito ensolarado”, disse Sciamma (via IndieWire). “E falamos: ‘Ok, é uma bênção para o filme.’ Ele deve ser luminoso então.”

O desafio para Sciamma e a diretora de fotografia Claire Mathon tornou-se como trazer essa luz luminosa para dentro das cenas interiores do filme. Embora o filme se passa na Bretanha, onde filmaram muitas cenas exteriores, grande parte da ação se concentra dentro de um castelo do século XVIII. Elas encontraram um espécime perfeito: ao contrário de muitas outras propriedades pesquisadas para o filme, este, localizado em um subúrbio parisiense, não havia sido restaurado ou usado para casamentos e eventos luxuosos. Em grande parte ficou intocado, com tinta, cor, textura e uma fachada desgastada que era perfeita.

Divulgação: Claire Mathon no set de Retrato de Uma Jovem em Chamas

“Houve muitas discussões sobre a escolha do cenário”, disse Mathon. “A Céline queria fazer planos mais abertos. Nós [escolhemos] um cenário complicado, mas foi muito emocionante, inspirador. O volume, as cores, os materiais existentes e a pureza da decoração – era exatamente o objetivo do filme. ”

No entanto, Mathon precisaria de muita luz. Para complicar ainda mais: o espaço para o equipamento era extremamente limitado, onde podiam pendurar luzes e bandeiras, porque o castelo vazio era um monumento histórico. Tudo precisaria estar em pé. A grande sala principal – a oficina / quarto onde o retrato é pintado e o caso de amor se desenrola – estava a mais de 6 metros acima de um pátio de um lado e a mais de 15 metros acima de um fosso do outro.

A solução: construir uma plataforma enorme e ligar as luzes do lado de fora das janelas. Foi uma jogada ousada para o filme de baixo orçamento. Além de consumir uma parte do orçamento de produção, a instalação de iluminação também custou um bom tempo.

Divulgação: Nos bastidores de Retrato de Uma Jovem em Chamas

“Foi uma grande decisão da produção porque o filme é barato. Tem um orçamento pequeno para uma produção de época, e essa foi uma grande decisão porque não queríamos comprometer nenhum aspecto do nosso trabalho”, disse Sciamma. “A iluminação levou muito tempo, o que é uma decisão difícil porque daí você tem menos tempo para filmar as cenas. Ainda assim, [Mathon] pôde trabalhar muito, muito precisamente com muitas luzes. Eu não conseguia ver as luzes. Parecia mágica, você não via nada. Não havia luz dentro da sala, mas era tão precisa mesmo assim.”

Uma razão pela qual Sciamma pôde sacrificar o tempo de gravação é que ela projetou as cenas para serem mais longas e bem coreografadas, exigindo poucos ajustes. E o que ela queria da cinematografia de Mathon exigia um tremendo controle da luz.

“Nós queríamos a luz”, disse Sciamma. “Nós estávamos obcecadas… A luz tinha que parecer estar saindo das personagens.”

Mathon e Sciamma fizeram viagens de pré-produção para galerias para estudar retratos de pintoras da época. Mathon se inspirou em como a pele nas pinturas era representada, por sua textura, mas não necessariamente pela luz. “Eu conclui que era como se nunca sentíssemos a luz”, disse Mathon. “Tentei enfatizar a direção da luz trabalhando em uma suavidade abrangente e tentei capturar as variações, o menor tremor, revelar sua vermelhidão, sentir suas emoções sem nunca deixar a luz assumir o controle. Era como se a luz emanasse de suas faces. Independente de suas posições, eu tentei manter esse mesmo olhar não realístico.”

Com uma forte fonte de luz das janelas que ela podia controlar, Mathon a modelou e a suavizou com uma combinação elaborada de bandeiras e difusores. Não importava para onde as duas atrizes se virassem ou andassem, a luz pareceria emanar delas.

Divulgação: Nos bastidores de Retrato de Uma Jovem em Chamas

A pele delas tinha uma textura que sugeria uma pintura a óleo, e a cor era detalhada e acentuada. O objetivo era encontrar a combinação certa de ferramentas (incluindo um filtro de cetim) para realizar isso na câmera e não na pós-produção.

“Optamos por filmar com a câmera Red Monstro, lentes Leitz Thalia, e usamos um LUT com estética de filme após nossos primeiros testes”, disse Mathon. “As cores fortes foram um motivo importante para a nossa escolha. O visual do filme aprimorou o ciano que eu gostava muito, em equilíbrio com os vestidos vermelho e verde. ”

Confira também: Festival de Cannes 2020: Confira a lista completa dos filmes Selecionados

O sensor grande (o filme foi filmado em 7K) no Monstro, combinado com as lentes e com o LUT, produziu o tom de pele que Mathon queria. No entanto, a escolha de filmar digitalmente não foi só pela maneira que a Monstro produz as cores, e sim para criar um “eco contemporâneo” no filme.

“Junto com Céline, escolhemos filmar digitalmente pela ressonância atual que deu ao filme, combinando memórias e filmes de época”, disse Mathon. “Estávamos conversando sobre reinventar e aprimorar nossa imagem do século XVIII para as realidades atuais”.

Para as cenas interiores da noite, Sciamma e Mathon exigiam o mesmo perfeccionismo para criar a luz de velas que existia naquela época.

“Nas noites colocávamos luzes na sala [luz de velas], sem nenhuma delas aparecerem no plano”, disse Sciamma. “As filmagens noturnas eram principalmente tomadas longas com dollies, e por isso também eram muito, muito precisas em termos de [iluminação], pequenas luzes por toda parte, ficávamos cercados pelas luzes. Você não podia se mexer”.

Quando ela estava no podcast Filmmaker Toolkit da IndieWire, a diretora falou sobre como queria registrar pacientemente a ascensão do desejo e a sensação de estar na presença desse desejo enquanto ele se torna o amor.

“Filmar a dialética dos olhares, a força da atração entre as duas mulheres, foi um dos objetivos do meu trabalho”, disse Mathon. “Eu tive que tentar ser uma câmera que observa, que espia e sempre encontra a centralização correta dos rostos dentro do quadro. Céline queria tornar palpável essa proximidade. Tivemos que olhar para esses rostos e não só para enquadrá-los. Para estar com eles.”

Divulgação: Diretora de Fotografia Claire Mathon

Sciamma e Mathon reassistiram alguns filmes de Ingmar Bergman para estudar como ele filmava mulheres com uma proximidade e intimidade únicas. Aqui, a diretora geral e a diretora de fotografia decidiram que a câmera deveria se prolongar, quase como se estivessem lendo os pensamentos e desejos das atrizes. Muito disso veio da preparação cuidadosa que Sciamma teve com as atrizes, ditando até o número de passos que cada uma levaria enquanto controlava a construção da tensão e da liberação do sentimento entre as amantes.

“O estilo de direção da Céline é muito preciso e a imagem é um elemento disso”, disse Mathon. “As cenas longas das duas atrizes foram extremamente coreografadas, até o milímetro da posição de seus rostos em relação uma à outra.”

Sciamma forneceu a Mathon um detalhamento técnico de cada cenário, permitindo à diretora de fotografia visualizar os movimentos da câmera.

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J.K. Rowling: Autora de Harry Potter causa polêmica com tweets transfóbicos https://luzcameracao.com.br/j-k-rowling-autora-de-harry-potter-causa-polemica-com-tweets-transfobicos/ Mon, 22 Jun 2020 06:47:43 +0000 https://luzcameracao.com.br/?p=2489 J.K. Rowling, autora de Harry Potter, mais uma vez atraiu ira dos defensores dos transgêneros. Desta vez, a escritora britânica fez um comentário transfóbico sobre a frase “pessoas que menstruam” em um artigo sobre desigualdade na saúde. “Pessoas que menstruam. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Alguém me ajude. Wumben? …

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J.K. Rowling, autora de Harry Potter, mais uma vez atraiu ira dos defensores dos transgêneros. Desta vez, a escritora britânica fez um comentário transfóbico sobre a frase “pessoas que menstruam” em um artigo sobre desigualdade na saúde.

“Pessoas que menstruam. Tenho certeza de que costumava haver uma palavra para essas pessoas. Alguém me ajude. Wumben? Wimpund? Woomud?” Rowling twittou (via Deadline).

No ano passado, ela se envolveu em uma controvérsia semelhante por mostrar apoio a Maya Forstater, uma pesquisadora que afirmou que as pessoas não podem mudar seu sexo biológico.

Dessa vez, Rowling atiçou as chamas ao twittar: “Se o sexo não é real, não há atração pelo mesmo sexo. Se o sexo não é real, a realidade vivida das mulheres em todo o mundo é apagada. Eu conheço e amo pessoas trans. Mas apagar o conceito de sexo remove a capacidade de muitos discutirem significativamente suas vidas. Não é ódio falar a verdade.”

Ela acrescentou: “Eu respeito o direito de toda pessoa trans de viver da maneira que lhe parecer autêntica e confortável. Eu marcharia com você se você fosse discriminado por ser trans. Ao mesmo tempo, minha vida foi moldada por eu ser mulher. Não acredito que seja odioso dizer isso.”

A organização de direitos LGBTQ GLAAD disse em resposta a Rowling: “continua a se alinhar com uma ideologia que distorce intencionalmente fatos sobre identidade de gênero e pessoas trans. Em 2020, não há desculpa para ir contra pessoas trans.” A organização pediu que a raiva online fosse direcionada para doações para várias organizações LGBTQ.

Os tweets da autora inspiraram a hashtag #IStandWithJKRowling. As mensagens de Rowling foram então invadidas por oponentes e fãs de K-pop.

Confira também: Protagonismo Negro: Procura de filmes sobre consciência racial cresceu nos últimos dias

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A Cor no Cinema: Uma Análise Sobre o Filme Okja https://luzcameracao.com.br/a-cor-no-cinema-uma-analise-sobre-o-filme-okja/ https://luzcameracao.com.br/a-cor-no-cinema-uma-analise-sobre-o-filme-okja/#comments Mon, 22 Jun 2020 02:38:40 +0000 https://luzcameracao.com.br/?p=2448 Darius Khondji, diretor de fotografia do filme Okja, sempre foi muito particular quanto a gravar em película e tinha uma grande rejeição para o digital, até ter acesso a Alexa 65. Em suas próprias palavras: “Sempre achei que trocamos filme por digital muito cedo, não do jeito certo e nem pelos motivos certos”. Mas após …

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Darius Khondji, diretor de fotografia do filme Okja, sempre foi muito particular quanto a gravar em película e tinha uma grande rejeição para o digital, até ter acesso a Alexa 65. Em suas próprias palavras: “Sempre achei que trocamos filme por digital muito cedo, não do jeito certo e nem pelos motivos certos”. Mas após “The Revenant”, a Alexa 65 chamou sua atenção por suas similaridades com filme 70mm. “Assim como 70mm (…) é muito interessante como ela reproduz e transpõe a realidade”. Usando essa câmera, Khondji pode capturar uma imagem macia, bastante semelhante ao que conseguiria gravando em película, e hoje diz que é a única câmera digital que usa. Por ter um sensor grande, as imagens tem profundidade, o que colabora com a visão do cinematógrafo sobre a estética do filme. O vídeo a seguir reflete sobre o escolha de cores q Darius Khondji usa em Okja, para guiar a experiência do expectador.

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10 filmes brasileiros com talentos negros que você ainda não assistiu https://luzcameracao.com.br/10-filmes-brasileiros-com-talentos-negros-que-voce-ainda-nao-assistiu/ https://luzcameracao.com.br/10-filmes-brasileiros-com-talentos-negros-que-voce-ainda-nao-assistiu/#comments Thu, 11 Jun 2020 19:34:32 +0000 https://luzcameracao.com.br/?p=2289 Quantos filmes brasileiros com talentos negros você já assistiu? A desigualdade racial no Brasil atinge diversos setores, inclusive o cinema. Por isso decidimos fazer essa lista com 10 longas brasileiros que trazem atores negros em papéis de destaque. O foco aqui é em filmes menos conhecidos do grande público. Confira abaixo. 1 – Sócrates Sinopse: …

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Quantos filmes brasileiros com talentos negros você já assistiu?

A desigualdade racial no Brasil atinge diversos setores, inclusive o cinema. Por isso decidimos fazer essa lista com 10 longas brasileiros que trazem atores negros em papéis de destaque. O foco aqui é em filmes menos conhecidos do grande público. Confira abaixo.

1 – Sócrates

Sinopse:

Sócrates, que após a morte da mãe precisa lutar contra a burocracia do sistema, o preconceito do pai, a falta de oportunidades no mercado de trabalho e confiar em pessoas que nunca viu para tentar sobreviver. Menor de idade, desempregado, sem dinheiro e sem o apoio de conhecidos, a história de “Sócrates” se constrói a cada nova cena.

2 – Temporada

Sinopse:

No filme, a premiada atriz Grace Passô vive Juliana, que se muda do interior do estado de Minas Gerais para Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Na nova cidade ela começa num novo emprego, no combate às endemias da região, conhece pessoas, vive situações novas enquanto tenta contato com seu marido.

3 – Café com Canela

Sinopse:

Após perder o filho, Margarida vive isolada da sociedade. Ela se separa do marido Paulo e perde o contato com os amigos e pessoas próximas, até Violeta bater na sua porta. Trata-se de uma ex-aluna de Margarida, que assume a missão de devolver um pouco de luz àquela pessoa que havia sido importante para ela na juventude.

4 – Besouro

Sinopse:

Besouro é um filme brasileiro que conta a vida de Besouro Mangangá, um capoeirista brasileiro da década de 1920, a quem eram atribuídos feitos heroicos e lendários.

5 – Quase Samba

Sinopse:

Teresa é uma cantora de rádio de uma periferia imaginária do Brasil. Em seu último mês de gravidez, três homens disputam seu coração e o destino do bebê. O amor toma a forma de conflito em uma fábula sobre o família contemporânea.

6 – Mundo Deserto de Almas Negras

Sinopse:

Em uma São Paulo racista como você nunca viu, um jovem advogado comete um deslize fatal e passa a ser perseguido pelo crime organizado, na mesma noite em que a cidade é atacada.

7 – Branco Sai, Preto Fica

Sinopse:

Tiros em um baile black na periferia de Brasília ferem dois homens. Um terceiro vem do futuro para investigar o acontecido e provar que a culpa é da sociedade repressiva.

8 – Praça Paris

Sinopse:

Camila é uma terapeuta portuguesa que trabalha na UERJ, onde atende Glória, ascensorista da universidade. Ao longo das sessões Camila se depara com uma realidade bastante violenta, já que Glória foi estuprada pelo próprio pai quando criança e seu irmão, Jonas, é um perigoso bandido que está na prisão. Cada vez mais assustada com os relatos que ouve, ela se sente ameaçada ao mesmo tempo em que Glória passa a vê-la como algo essencial em sua vida.

9 – No Coração do Mundo

Sinopse:

Na periferia de Contagem, Marcos busca uma saída para sua rotina de bicos e pequenos delitos. Surge uma oportunidade arriscada, mas que pode solucionar todos seus problemas. Para isso, ele precisa convencer sua namorada, Ana, a se juntarem a Selma e executarem o plano que pode mudar suas vidas para sempre.

10 – Bróder

Sinopse:

Três amigos de infância planejam se reencontrar por um dia, no aniversário de um deles, para reafirmar sua amizade e brigar por suas diferenças.

EXTRA:

+ Preto no Branco

Sinopse:

Roberto Carlos, 20 anos, jovem negro, encerrou o expediente e corre, em frente ao shopping onde trabalha para não perder o ônibus. Essa é sua versão. Sem que se dê conta é abordado violentamente por dois policiais que o algema e o joga dentro da viatura. Na delegacia é informado de que foi acusado de ter roubado a bolsa de uma jovem, Isabella. Mais do que isso, ele será reconhecido pela mesma. A acusação de Isabella é tão firme e a alegação de inocência de Roberto Carlos é tão tocante, que a delegada Patrícia não arrisca nenhum parecer. Instala-se o embate: Roberto alega inocência e Isabella, a culpa dele. Quem fala a verdade?

E aí, qual filme te interessou mais? Você já assistiu algum deles? Comente abaixo suas opiniões.

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