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]]>Adjetivo utilizado para caracterizar alguma reação, ou como diz no dicionário: Característica daquilo que é estranho; Designação de admiração, assombro, espanto ou estupefação; Desconforto, incômodo, desconfiança ou apreensão. Quando falamos essa palavra muitas vezes, o nome dele sempre aparece porque é impossível falar sobre o estranho sem citar ele, o pai dos filmes góticos, criador de mundos sombrios, Tim Burton.
Nascido em Burbank na Califórnia, no dia 25 de agosto de 1958, Timothy William Burton cresceu no subúrbio de Hollywood e teve uma infância diferente das outras crianças pois gostava de filmes de terror considerados “trash”, inventava história sombrias e assistia desenhos animados cheios de monstros. Tim era um adolescente quieto, solitário, melancólico e a maioria de seus personagens também possuem essas características, sendo considerados versões e álter egos do próprio diretor.
Além da formação dos personagens, a infância de Burton também influenciou seus filmes no estilo e na questão narrativa, uma vez que vários hobbies e gostos peculiares que ele tinha, transpareciam nas histórias. Um exemplo é o fato de que Burton adorava ler os contos sombrios de Edgar Allan Poe e isso foi uma grande inspiração para o seu curta metragem intitulado Vincent.

Após o colegial, Tim Burton ganhou uma bolsa de estudos da Disney para estudar animação no Instituto das Artes da Califórnia por 3 anos. Depois desse tempo, ele acabou sendo contratado, mas o que não imaginava era que essa parceria tivesse divergências criativas no futuro. Lá ele fez alguns projetos importantes como, “Vincent” (animação em stop-motion), “João e Maria” e “Frankenweenie” (ambos live actions).
Apesar de ter dirigido diversos filmes, Burton também escreveu poemas e contos em 1997, publicando então o livro “O Triste Fim do Pequeno Menino Ostra e Outras Histórias”, que aborda para um público infant,il vários temas polêmicos como suicídio, sexo e violência familiar.
Considerado um diretor com uma carreira que se divide entre os altos e baixos, Tim Burton apela para o grotesco, caricaturismo macabro e um desenvolvimento emocional tardio. Seus filmes possuem um estilo único, mostrando a evolução gradual da estética que seus desenhos animados góticos tiveram. Então, o que para alguns pode ser mau gosto, para outros pode ser o início da corrida pelo famoso bilhete dourado.
Tim Burton realmente sabe o que quer e não vacila quando o assunto é a criatividade, mesmo que as vezes o resultado não tenha tanta recepção positiva do público. Ele ousa sem se preocupar com o limite e cria os personagens mais exóticos possíveis, sempre extravagantes, introspectivos, solitários e diferentes do padrão que a sociedade prega. É possível dizer que todos são caricaturas descaradas do diretor, que já comprovou o seu gosto pelo incompreendido.

Uma das presenças marcantes nos filmes de Burton é a intensa direção de arte, que engloba desde objetos de cena até figurino e maquiagem de cada ator/atriz, e o sentido que isso provoca na composição do personagem. Em Edward Mãos de Tesoura, percebemos que a roupa é um símbolo que ressalta a dificuldade do personagem, além de protege-lo de si mesmo, assunto que é muito interessante de ser estudado, uma vez que, o que faz ele diferente também o machuca.
O curioso é que o diretor além de desenhista também é animador e isso faz com que ele tenha um senso mais apurado para o aspecto artístico. Isso faz com que as pessoas fiquem impressionadas com os filmes que ele faz, mesmo não gostando da história. É possível ver claramente os detalhes e a preocupação com a direção de arte até nas animações, como, “O Estranho Mundo de Jack”, “Vincent”, “Frankenwinnie” e “A Noiva Cadáver”. Em cada uma delas, os figurinos, cenários e objetos foram cruciais no desenvolvimento da narrativa, dando sentido e claro, originalidade a obra.
Quando alguém pensa em Tim Burton, logo imagina coisas estranhas, personagens deslocados, fotografia sombria e uma melancolia profunda. É muito fascinante assistir um filme e associar a imagem ao diretor que o fez, pois mostra que o mesmo, tem uma marca registrada que fica fixada na mente dos espectadores.
É válido lembrar que Burton se inspira em filmes “B”, mas suas obras sempre tem um elenco muito bom que mergulha fundo na personalidade dos personagens. Ele é um diretor visionário e autoral que conseguiu se manter na indústria cinematográfica durante tantos anos com o mesmo estilo. Tim Burton é ousado, intelectual e fiel ao próprio universo.
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Após as fotos divulgadas no início deste mês que deram um vislumbre no charmoso mundo de ‘Hollywood‘, a Netflix divulga o primeiro trailer do novo drama de Ryan Murphy.
Nesse novo projeto Murphy aposta novamente em parceiras de sucesso, trazendo veteranos de seus outros projetos como Darren Criss (‘Glee‘, ‘American Crime Story‘), Dylan McDermott (‘American Horror Story‘, ‘The Politician‘), e Patti LuPone (‘American Horror Story‘). A série se passa após a Segunda Guerra Mundial e segue um grupo de atores e cineastas aspirantes em Hollywood, enquanto tentam atingir o sucesso – não importa o custo. Começando no posto de gasolina Golden Tip, a série parece se basear os relatos não comprovados de Scotty Bowers, que diz ter trabalhado em um posto de gasolina na Hollywood Boulevard que “atendia” várias celebridades, muitas das quais escondiam sua sexualidade.

A série apresenta uma versão alternativa da História, na qual atores e escritores não-caucasianos fazem parte mais abertamente do sistema de estúdios de Hollywood. A diretora e escritora da série, Janet Mock, declarou: “Voltamos ao passado em busca de direção, descobrindo a história enterrada para contar uma história aspiracional de “e se”: e se um grupo de forasteiros tivesse a chance de contar sua própria história? E se a pessoa com poder de dar o sinal verde [à uma produção] fosse uma mulher? O roterista um homem negro? E se a heroína fosse uma mulher não-caucasiana? O ídolo de matinê abertamente gay? E se todos fossem convidados para a sala onde as decisões são tomadas, entrando total e sem medo eles mesmos para sair vitoriosos e vangloriados, o seu lugar na história cimentado.”
Jeremy Pope e Laura Harrier enredados no mundo glamouroso da década de 1940 parece ser onde estão as criticas sociais mais evidentes da série.
‘Hollywood‘ é uma das várias séries originais da Netflix a serem produzidas por Murphy, incluindo uma série derivada dedicada ao vilão de ‘Um Estranho no Ninho‘, a enfermeira Ratched, estrelando Sarah Paulson. A série estréia enquanto Murphy prepara uma segunda temporada de sua comédia negra da Netflix, ‘The Politician‘.
‘Hollywood‘ estreia na Netflix no dia 1º de maio.
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