js_composer domain was triggered too early. This is usually an indicator for some code in the plugin or theme running too early. Translations should be loaded at the init action or later. Please see Debugging in WordPress for more information. (This message was added in version 6.7.0.) in /home2/digi7372/luzcameracao.com.br/wp-includes/functions.php on line 6131O post Indicações ao BAFTA 2024: ‘Oppenheimer’ Domina, Veja a Lista Completa apareceu primeiro em Luz, Câmera e ação! .
]]>As indicações ao BAFTA 2024 foram reveladas, com “Oppenheimer” de Christopher Nolan liderando com 13 indicações no total. A épica obra de época concorre a Melhor Filme, Melhor Diretor, Melhor Roteiro Adaptado, Melhor Ator Principal para Cillian Murphy, Melhor Atriz Coadjuvante para Emily Blunt e Melhor Ator Coadjuvante para Robert Downey Jr., além de várias categorias técnicas. A 77ª edição do BAFTA Awards acontecerá no domingo, 18 de fevereiro, no Royal Festival Hall de Londres. David Tennant será o apresentador da cerimônia. Após “Oppenheimer”, “Poor Things” de Yorgos Lanthimos conquistou 11 indicações, incluindo Melhor Filme, Melhor Filme Britânico, Melhor Roteiro Adaptado e Melhor Atriz Principal para Emma Stone. No entanto, Lanthimos foi excluído da categoria de Melhor Diretor. As surpresas nas indicações ao BAFTA não param por aí: apesar de “Killers of the Flower Moon” ter nove indicações, incluindo Melhor Filme, o diretor Martin Scorsese e a atriz Lily Gladstone, vencedora do Globo de Ouro, não são reconhecidos em suas respectivas categorias. “Barbie” empatou com “Saltburn” com cinco indicações, mas ficou de fora da disputa de Melhor Diretor para Greta Gerwig. “May December” não recebeu nenhuma indicação.
“Os 38 filmes indicados pelos votantes do BAFTA abrangem uma extraordinária variedade de gêneros e histórias”, afirmou Jane Millichip, CEO do BAFTA. “O campo este ano é incrivelmente forte. Mais filmes foram inscritos, tornando o processo de seleção particularmente difícil para nossos membros votantes. Os filmes e pessoas talentosas indicadas representam alguns dos filmes mais comentados do ano, os mais aclamados pela crítica, e filmes ainda a serem lançados e descobertos pelo público.”
Anna Higgs, presidente do Comitê de Cinema do BAFTA, afirmou que os filmes indicados “mostram vozes ambiciosas, criativas e impressionantes, desde estreias britânicas independentes até blockbusters globais. Desde questões morais complexas até jornadas alegres de autodescoberta, todos exploram, em última análise, a conexão humana.” O prêmio anual EE Rising Star, votado pelo público, tem Jacob Elordi, de “Saltburn”, competindo contra Ayo Edebiri, Phoebe Dynevor, Mia McKenna-Bruce e Sophie Wilde. Sara Putt, presidente do BAFTA, falou sobre a competição: “A missão do BAFTA é celebrar o melhor do cinema britânico e global, então estamos felizes em destacar 38 filmes extraordinários nas indicações ao EE BAFTA Film Award 2024.”
No ano passado, “All Quiet on the Western Front” da Netflix liderou as indicações do BAFTA 2023 com um recorde de 14 indicações. O filme acabou vencendo diversos Oscars, incluindo Melhor Filme Internacional. Veja a lista completa de indicados ao BAFTA 2024 abaixo.
MELHOR FILME
FILME NOTÁVEL BRITÂNICO
ESTREIA NOTÁVEL DE UM ESCRITOR, DIRETOR OU PRODUTOR BRITÂNICO
FILME NÃO EM LÍNGUA INGLESA
DOCUMENTÁRIO
FILME DE ANIMAÇÃO
DIRETOR
ROTEIRO ORIGINAL
ROTEIRO ADAPTADO
ATRIZ PRINCIPAL
ATOR PRINCIPAL
ATRIZ COADJUVANTE
ATOR COADJUVANTE
ELENCO
FOTOGRAFIA
EDIÇÃO
FIGURINO
MAQUIAGEM E CABELO
TRILHA SONORA ORIGINAL
DIREÇÃO DE ARTE
SOM
EFEITOS VISUAIS ESPECIAIS
CURTA-METRAGEM DE ANIMAÇÃO BRITÂNICO
CURTA-METRAGEM BRITÂNICO
PRÊMIO EE RISING STAR (votado pelo público)
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Sophie Charlote recebe Menção Honrosa por suas atuações em “Rio do Desejo” e “ Meu nome é Gal“. Gabriel Braga Nunes é homenageado com Prêmio Especial pela Carreira, em categoria que estreia no LABRFF.
A premiação aconteceu hoje, dia 26 de outubro, no The Culver Theater, em Los Angeles. O LABRFF já exibiu mais de 1.300 títulos, premiou mais de 500 profissionais do cinema e contribuiu para a produção de longas-metragens no Brasil em parceria com os Estados Unidos, além de ter colaborado no licenciamento de diversos títulos brasileiros para as grandes distribuidoras americanas.
Conheça a lista completa dos vencedores desta 16ª edição do LABRFF
Maquiagem: Tayce Vale por “Meu Nome é Gal”
Diretor de Arte: Ana Mara Abreu por “Tia Virginia”
Edição: Renato Lima por “Predestinado”
Trilha Sonora: Plinio Profeta por “Nosso Sonho”
Roteiro: Mikael Albuquerque e Lusa Silvestre por “O Sequestro do Voo 375”
Direção de Fotografia: Carina Sanginitto por “Vermelho Monet” e Petrus Cariry por “Mais pesado que o Céu”
Curta Metragem: “Welcome Back” Produtores: Nicole Gullane, Christiane Fogaça e André Ristu.
Melhor Filme da Mostra Internacional: Snail. (Produtor Renato Fimene)
Menções Honrosas
Othon Bastos por “Esta Noite Seremos Felizes”
Juan Paiva “Koka” Lucas Penteado por “Nosso Sonho”
Quézia Lopes por “Corpos Invisíveis”
Sergio Machado por “Rio do Desejo”
Caco Monteiro e Lula Oliveira por “A Matriarca”
Sophie Charlote, por “Rio do Desejo” e “Meu nome é Gal”
Prêmio especial pela carreira: Gabriel Braga Nunes
Ator Coadjuvante: Nando Cunha por “Nosso Sonho”
Atriz Coadjuvante: Louise Cardoso por “Tia Virginia”
Ator: Daniel de Oliveira por “Rio do Desejo”
Atriz: Vera Holtz por “Tia Virginia”
Documentário: “Sinfonia de um Homem Comum” Produtores: José Joffily e Isabel Joffily
Direção: Sérgio de Carvalho por “Noites Alienígenas”
Melhor Filme: “Nosso Sonho” Produção Leonardo Edde
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]]>LABRFF comemorou 15 anos com o retorno do evento presencial e celebrando a diversidade da arte brasileira
A cerimônia de encerramento do Los Angeles Brazilian Film Festival foi realizada nesta quarta-feira (9) no Monica Film Center, em Santa Mônica, nos Estados Unidos. O LABRFF, que completou 15 anos desde a fundação, exibiu 23 filmes desde o último sábado (5), levando ao público brasileiro e americano o que de melhor vem sendo produzido na sétima arte no Brasil.

“Estamos muito felizes em poder retomar as atividades do LABRFF após a pandemia. O LABRFF 2022 superou as nossas expectativas. A curadoria e o júri fizeram um trabalho incrível, que agradou o público. Temos a consciência da importância do LABRFF na conexão dos mercados brasileiro e americano e por isso precisamos seguir com o projeto, crescendo cada vez mais”, comenta a fundadora do LABRFF, Meire Fernandes.

Rafael Maiolino que é diretor de marketing do LABRFF e também produtor do Beverly Hills Film Festival, um dos maiores festivais de cinema da America comenta: ” É um orgulho ver o cinema brasileiro passando nas telonas aqui em Los Angeles. A cultura brasileira vem trazendo para nós muito orgulho e também muitos prêmios. E não foi diferente com a premiação do LABRFF. O filme “Eduardo e Monica” do diretor René Sampaio foi o grande vencedor da noite levando 5 prêmios para a casa incluindo o de melhor filme. E o filme paraibano “O Pato” de Antônio Galdino que traz uma temática muito importante que é a violência doméstica levou o prêmio de melhor curta metragem da competição.”
Durante o evento também foi realizada mais uma edição do Brazilian Film Market, a feira de mercado do LABRFF, com palestras e painéis com temas como “O Impacto Social do Entretenimento” e orientações sobre como profissionais brasileiros podem se regularizar para filmar nos EUA. Mais uma edição do Los Angeles International Music Video Festival (LAMV), a competição de music videos do LABRFF, também foi realizada. Também foi anunciado que a partir desta edição o prêmio de Melhor Diretor de Music Video recebe o nome de Rafael Kent, uma homenagem ao renomado diretor brasileiro de music videos que morreu em abril deste ano.

Confira os premiados do LABRFF 2022:
Menção Especial EUA: “Beyond”, Tiago Dadalt
Menção Especial EUA: Gui Agustini, pela direção do curta-metragem “The Encounter”
Menção Especial BRA: Elder Fraga, pela direção de “O Artista e a Força do Pensamento”
Menção Especial BRA: Isabel Zuaad, pela atuação em “O Novelo” e “A viagem de Pedro”
Melhor Curta-Metragem EUA: “Waysland”, de Lyria Garcia
Melhor Roteiro: “O Novelo”
Melhor Fotografia: Pedro J. Marquez, “A viagem de Pedro”
Melhor Edição: Lucas Gonzaga, “Eduardo e Monica”
Melhor Trilha Sonora: Fabiano Kriger, Lucas Marcier e Pedro Guedes por “Eduardo e Monica”
Melhor Ator Coadjuvante: Everaldo Pontes, pelo filme “Sol”
Melhor atriz Coadjuvante: Juliana Carneiro da Cunha, pelo filme “Eduardo e Monica”
Melhor Ator: Rocco Pitanga, Nando Cunha, Sergio Menezes, Sidney Santiago-Kuanza e Rogerio Brito, pelo filme “O Novelo”
Melhor Atriz: Alice Braga, pelo filme “Eduardo e Monica”
Melhor Curta-metragem BRA: “O Pato”, de Antônio Galdino
Melhor Documentário: “A Música Natureza de Léa Freire”, de Lucas Weglinski e “Cafi”, de Lírio Ferreria e Natara Ney
Melhor Filme: “Eduardo e Monica”, de René Sampaio e “A Viagem de Pedro”, de Laís Bodanzky
Confira a lista de vencedores do LAMV 2022:
Melhor Animação: ““Behind Your Walls”, de Jeb Hardwick
Melhor Edição: “Les Fantomes”, de Rébecca M’Boung
Melhor Narrativa: “Céu Aberto” de Mess Santos
Melhor Fotografia: “Lara”, César Rafael
Melhor Voice: Kolinga – “Les Fantômes”
Melhor Música: “Céu Aberto” de Mess Santos
Melhor Diretor: “Life Support” de Erika Chan
Melhor Music Video: “Black Coffee”, de Morgan Power
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]]>Após alguns anos trabalhando como consultor sênior para grandes empresas no Brasil, Rafael decidiu juntar suas paixões, atuação e negócios, e seguir carreira na área de produção audiovisual. “Acredito que nada acontece por acaso. Grande parte da minha vida estudei atuação, e sempre – desde pequeno – trabalhei com meus pais no negócio da família. Quando cheguei em Los Angeles vi que era possível trabalhar com as duas coisas que mais amo ao mesmo tempo, então decidi mudar minha carreira por inteiro e trabalhar como produtor”. Hoje em dia mantém conexões e contato com diretores, atores, produtores e entusiastas do cinema em mais de 40 países.
O Brasileiro vem despontando junto ao cenário internacional, tendo em seu currículo o cargo de Diretor de Marketing do LABRFF – Los Angeles Brazilian Film Festival – nos anos de 2019 e 2020, assim como a função de Produtor Executivo do Beverly Hills Film Festival que exerce desde 2020. Fundado em 2001, o BHFF é considerado um dos festivais de cinema mais exclusivos e influentes do mundo. Dando ênfase ao talento inovador de cineastas emergentes e expondo a comunidade às mais recentes inovações na área, o festival existe como um patrono cinematográfico e cultural; Seu objetivo é fundir os pioneiros do cinema atual com a riqueza da herança cinematográfica, edificando e desenvolvendo a comunidade e aumentando o impacto das artes. Anualmente recebe mais de 44.000 participantes, proporcionando-lhes a plataforma para se reunir e interagir por 5 dias. O BHFF cria oportunidades para que cineastas do mundo todo possam participar de tapetes vermelhos, estreias mundiais, exibições de filmes, painéis educacionais, workshops, e seminários, além de eventos especiais, festas VIPs e oportunidades de networking inestimáveis.


Rafael recentemente dirigiu seu primeiro curta-metragem entitulado “Recharging” (‘Recarregando’ em português), uma alusão à energia trazida do mar. O filme conta a história de uma mulher latina vítima de abuso sexual na infância, e de assédio moral na vida adulta pelo simples fato de ser mulher. A trama traz a tona uma dor vivida por milhares de mulheres ao redor do mundo e além de explorar um lado importante, a fé. O diretor traz, sutilmente, o Candomblé na trama, simbolizado pela rainha do mar, Yemanjá.
A decisão de utilizar o Candomblé, segundo o brasileiro – o qual muito a admira por suas raízes e lado cultural – foi feita para evidenciar a religião, que tanto sofre preconceito religioso, mostrando sua realidade para o público. O curta conta com atrizes de renome, como Priscila Ferrari e Valéria Silva; E Tassia Vieira de Castro a frente do departamento de arte.
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]]>O post Diretor Brasileiro começa o Circuito de Festivais com filme que trás temática Camdomblé. apareceu primeiro em Luz, Câmera e ação! .
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Rafael recentemente dirigiu seu primeiro curta-metragem entitulado “Recharging” (‘Recarregando’ em português), uma alusão à energia trazida do mar. O filme conta a história de uma mulher latina vítima de abuso sexual na infância, e de assédio moral na vida adulta pelo simples fato de ser mulher. A trama traz a tona uma dor vivida por milhares de mulheres ao redor do mundo e além de explorar um lado importante, a fé. O diretor traz, sutilmente, o Candomblé uma religião de matriz africana (também conhecida como Yorubá e Santeria) na trama, simbolizado pela rainha do mar, Yemanjá. A decisão de utilizar o Candomblé, segundo o brasileiro – o qual muito a admira por suas raízes e lado cultural – foi feita para evidenciar a religião, que tanto sofre preconceito religioso, mostrando sua realidade para o público. O curta conta com atrizes de renome, como Priscila Ferrari e Valéria Silva; E Tassia Vieira de Castro a frente do departamento de arte.

Ele que foi Diretor de Marketing do “LABRFF” ( Los Angeles Brazilian Film Festival ) nos anos de 2019 e 2020, e também a frente do “Beverly Hills Film Festival” como produtor executivo desde 2020 vem despontando junto ao cenário internacional. Hoje o produtor mantém conexões e contato com Diretores, Atores, Produtores e entusiastas do cinema em mais de 40 países. O festival foi fundado em 2001 no quintal da capital mundial do entretenimento. O Beverly Hills Film Festival é considerado um dos festivais de cinema mais exclusivos e influentes do mundo. Trazendo a tona o talento inovador de cineastas emergentes e expondo a comunidade às mais recentes inovações na área, o BHFF existe como um patrono cinematográfico e cultural. O objetivo do Beverly Hills Film Festival é fundir os pioneiros do cinema de hoje com a riqueza da herança cinematográfica, edificando e desenvolvendo a comunidade cinematográfica e aumentando o impacto das artes. Anualmente o festival recebe mais de 44.000 participantes, proporcionando-lhes a plataforma para se reunir e interagir por 5 dias. O BHFF cria oportunidades para os cineastas do mundo todo participarem do tapete vermelho, estreias mundiais, exibições de vários filmes excepcionais, fazer parte de painéis educacionais, workshops e seminários, além de eventos especiais, festas VIP e oportunidades de networking inestimáveis.
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]]>O post Direção de arte: O que é maquiagem de efeito e quando ela é usada? apareceu primeiro em Luz, Câmera e ação! .
]]>É de conhecimento geral que os maquiadores tradicionais tornam os atores e atrizes (e o resto de nós!) Mais atraentes, escondem as falhas e aumentam a beleza. Mas transformar personagens em criaturas assustadoras, feridas, sobrenaturais ou mutiladas para o cinema, a TV e o palco é o papel dos maquiadores de efeitos especiais (maquiadores SFX).
Esses profissionais sabem simular o aparecimento de lesões, envelhecimento, outras características mundanas e deformidades. Eles sabem como criar feridas de bala e queimaduras, e podem até mudar completamente o formato do nariz de alguém. E eles fazem tudo isso parecer real! Vamos conhecer mais sobre como funciona a maquiagem de efeito (via New York Institute of Beauty).
Os maquiadores de efeitos especiais usam maquiagem padrão de palco / filme, mas também usam uma variedade de próteses – geralmente feitas de látex, silicone ou borracha. Alguns até incluem peças robóticas móveis.
Criar essas alterações realistas geralmente significa muitas horas com o ator na cadeira, com o artista SFX trabalhando duro. É necessária uma atenção meticulosa aos detalhes no processo de várias etapas de reforma do rosto.
Os artistas SFX devem ser capazes de se comunicar bem com os atores e membros da equipe enquanto planejam suas mudanças no SFX e mantêm uma presença calma durante a aplicação e os testes de maquiagem. Eles terão que coordenar seu trabalho com o departamento de efeitos especiais, bem como com figurinistas e maquiadores convencionais.
Os maquiadores de efeitos especiais costumam trabalhar em ficção científica e filmes de terror, mas são necessários em qualquer filme em que os personagens passam por uma mudança dramática na aparência.
Por exemplo, um personagem pode precisar de dez, vinte ou mais anos. Eles podem precisar ser baleados ou espancados ou passar por uma transformação sobrenatural. Isso significa que o artista SFX é uma presença importante no set de muitas produções. De zumbis a vítimas de tiros, alienígenas a monstros, os artistas SFX criam a realidade na tela que dá vida à história do cinema, da TV e do palco.
Itens necessários:
O artista neste vídeo usa cola, discos de algodão e sangue falso para criar três tipos diferentes de feridas. É bastante comum não ter látex líquido quando você está começando e cola branca ou cola para cílios são alternativas excelentes. Se você quiser acelerar o processo de secagem, é definitivamente uma boa ideia obter uma ajudinha de seu secador de cabelo. Para fazer cortes e feridas com esse tipo de técnica, você pode usar cola branca ou cola para cílios e bolas de algodão, discos de algodão, papel de seda ou basicamente qualquer outra coisa com que você possa fazer uma ferida. Você pode colorir suas feridas com delineador labial vermelho, sombras, pinturas faciais ou uma roda de hematoma. Use diferentes tons de sombra ou tintas para adicionar realismo e profundidade às suas feridas.
Itens necessários:
Muitos tutoriais, como o primeiro que coloquei nesta lista, presumem que você já tenha sangue falso. Mas se não tiver, não tem problema. Sangue falso é provavelmente um dos produtos de maquiagem SFX mais fáceis de fazer em casa e existem zilhões de diferentes receitas possíveis por aí. Foi escolhido esse tutorial do Ellimacs porque eles fornecem quatro receitas diferentes e são todas coisas que você pode encontrar facilmente em sua casa. Com um pouco de experimentação, você pode até criar sua própria receita de sangue falso. Outra razão pela qual foi escolhido um tutorial caseiro de sangue falso é que nunca se sabe se um sangue comprado em loja é seguro para a boca ou não, então se você for colocar sangue na boca é melhor saber que tudo veio de coisas da sua cozinha. Uma terceira razão, como se você precisasse de mais alguma para escolher um sangue falso saboroso e caseiro, você pode realmente personalizar a cor e a consistência do seu sangue. Dependendo da idade do sangue, de onde está fluindo, quão vermelho brilhante e berrante você quer que pareça, um jarro de sangue padrão pode não funcionar para você. É definitivamente útil saber como personalizar seu próprio sangue falso.
Itens necessários:
Há tantos tutoriais de próteses usando silicone, látex, espuma de látex e tantos outros produtos que provavelmente um maquiador iniciante não tem em casa. Usar gelatina FX caseira para próteses é tão incrível quando você está começando porque é barato e fácil. Se você não gosta de como sua prótese sai, você pode facilmente fundir a gelatina novamente e tentar novamente. Os materiais de que você precisa para fazer essa mistura são gelatina, glicerina (que são fáceis de encontrar em seu supermercado ou farmácia) e água.
Foi incluído um segundo tutorial sobre esculpir e moldar com argila, gesso e gelatina, mas você pode estar usando sua gelatina de várias maneiras diferentes. O gesso é muito barato e fácil de usar. É importante salientar que você nunca deve aplicar o gesso diretamente na pele porque ele aquece durante a cura, portanto, sempre use uma escultura de argila em vez da pele para criar o molde de gesso. Ao usar gelatina, você pode optar por aplicá-la diretamente na pele para criar efeitos diferentes, mas, novamente, tome cuidado com a gelatina porque ela fica muito quente quando você a derrete.
Todos esses tutoriais não são apenas úteis para mostrar truques que não exigem nenhum produto especial de SFX, mas também para fazer com que você olhe para as coisas que tem ao seu redor e considere outro uso para elas. Muitas das melhores maquiagens SFX não usam nada mais do que suprimentos de supermercados e a própria criatividade do artista.
Quando você está apenas começando com a maquiagem SFX, é muito importante praticar o máximo que puder e ficar realmente confortável com a criação de feridas falsas, contusões, próteses e todas essas outras coisas boas. Não há necessidade de esperar até ter um kit profissional completo para fazer isso, apenas encontre uma maneira de contornar a necessidade daquele produto e vá em frente! (via MixxSFX).
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]]>O post Maquiagem no Audiovisual: O que a maquiagem pode dizer sobre um personagem? apareceu primeiro em Luz, Câmera e ação! .
]]>Não subestime o poder da maquiagem no audiovisual! (via cinelinx).

Enquanto Edward Mãos de Tesoura pode ser um dos personagens mais amados de Burton por causa da atuação de Johnny Depp, o personagem também é memorável por sua aparência. Para começar, há seu cabelo de ninho de pássaro. A aparência rala de teia de aranha não só reafirmou o público sobre a existência triste, solitária e sem pais de Edward, mas também se tornou um identificador fácil para o estilo gótico de Burton. Na verdade, o penteado selvagem, indomado, mas sólido, de Edward era semelhante ao de Beetlejuice, cujo filme foi lançado dois anos antes, e seria semelhante a muitos outros personagens que veríamos em filmes posteriores de Burton.
A maquiagem branca pastosa de Edward ajudou o público a entender que ele não era apenas um homem normal. A cor pálida de sua pele ajudava a destacar seu cabelo e roupas pretas, mas também era usada para enfatizar as cicatrizes em relevo em seu rosto. Ao direcionar a atenção do público para as feridas auto infligidas acidentalmente, o público de certa forma sente pena de Edward, o que é uma necessidade para a história funcionar. E o personagem Edward Mãos de Tesoura também deve muito ao supervisor de efeitos especiais Stan Winston, que já havia trabalhado em Aliens, O Enigma de Outro Mundo e O Exterminador do Futuro. Especificamente, Winston trouxe seu conhecimento de próteses funcionais para Edward Mãos de Tesoura para criar a característica mais memorável do personagem.

Enquanto a maioria dos filmes de Cronenberg apresenta trabalhos de maquiagem louváveis, aqui escolhemos destacar A Mosca porque os efeitos de maquiagem são uma parte muito importante do filme e de sua história. O filme rendeu um Oscar para o artista Chris Walas e para o trabalho de sua equipe na transformação do cientista Seth Brundle em um híbrido humano / mosca. O filme é considerado uma metáfora para os efeitos do envelhecimento e, portanto, a equipe de efeitos se concentrou em fazer a aparência de Brundle parecer mais frágil com o tempo. Isso inclui manchas na pele, queda de cabelo e postura corporal cada vez mais curvada. Eles começaram criando primeiro o visual do estágio final da transformação e, a partir daí, retrocederam para representar as diferentes etapas durante o curso do filme. Cronenberg realmente queria mostrar o desamparo de todos nós à medida que envelhecemos, e ele usou cenas como as unhas de Brundle caindo para nos lembrar de nossa mortalidade. Embora grotescos e perturbadores, os efeitos de maquiagem e criatura usados em A Mosca são eficazes.

A maquiagem no audiovisual permite que os atores se transformem em seus papéis, e nenhum filme destacou essa observação tão bem quanto Tootsie. No filme, Dustin Hoffman interpreta um ator chamado Michael Dorsey, que não consegue um emprego como ele mesmo. Como resultado, ele se veste de mulher e cria uma nova identidade. Ele se apaixona por sua nova persona e, devido ao seu sucesso, torna-se mais confiante. O filme torna-se, portanto, uma exploração interessante da beleza interna e externa, bem como do impacto que a maquiagem e a aparência podem ter na vida de um indivíduo. Por um lado, a maquiagem deixa Dorsey mais perceptível e, quando as pessoas o notam, valorizam seus talentos. Por outro lado, uma vez que ele se torna esse novo personagem, ele percebe coisas que nunca havia notado sobre si mesmo, das quais sente falta. Quando Dustin Hoffman se inscreveu para o papel, ele queria ter certeza de que a personagem feminina que interpretou parecia o mais realista possível. A equipe de maquiagem passou por várias rodadas de testes a fim de obter o visual perfeito no filme.

O Mágico de Oz foi a maior produção cinematográfica de seu tempo e realmente preparou o cenário de maquiagem e figurinos sofisticados para as décadas seguintes. Com tantos personagens que precisavam de maquiagem antes de filmar, o estúdio realmente criou uma “linha de montagem” para reduzir o tempo de preparação. Esse planejamento avançado para aspectos da produção, como maquiagem, foi um importante ponto de inflexão na produção de filmes que mais tarde se tornaria uma necessidade à medida que os filmes se tornassem maiores e mais complicados. Para o público, foi emocionante ver um filme mainstream com personagens variados e de aparência realista que não eram humanos. O sucesso e o status duradouro do filme ajudaram a convencer os estúdios de que maquiagem e efeitos de figurino mais realistas podiam valer o esforço extra.
Na verdade, os atores de Mágico de Oz enfrentaram muita luta para fazer tudo certo. O Homem de Lata originalmente deveria ser interpretado por Buddy Ebsun, mas ele desenvolveu uma alergia à maquiagem que o levou ao hospital por 6 semanas para se recuperar. Jack Haley foi o seu substituto e ele teve que trabalhar em um terno de metal incrivelmente restritivo que não lhe permitia sentar. Os trajes e a maquiagem do Leão Covarde, do Espantalho e da Bruxa Má eram tão realistas que os funcionários da MGM que não faziam parte da produção pensaram que eram reais. A MGM fazia com que os atores que representavam esses personagens almoçassem em seus trailers quando fantasiados, porque assustavam demais as pessoas. Por fim, o filme também desenhou seus figurinos e maquiagem em torno do processo Technicolor. A filmagem colorida exigia muita iluminação, então a maquiagem não precisava destacar as características faciais tanto quanto era típico em preto e branco. Em vez de chinelos prateados como no livro, um dos diretores do filme escolheu chinelos vermelho rubi para destacar o efeito de cor. Da mesma forma, o branco não ficava bem em Technicolor, então, em vez disso, um tom claro de rosa foi usado onde trajes brancos eram necessários, como a blusa de Dorothy.
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]]>O post O que é captação de som ou som direto? Como esses sons são gravados? apareceu primeiro em Luz, Câmera e ação! .
]]>Nesta postagem, revisaremos os fundamentos da gravação de som direto no set. Isso inclui equipamentos, elementos e técnicas de gravação adequadas (via StudioBinder).

Quando se trata de captação de som de filme e vídeo, a primeira coisa que você precisa determinar é se usará um single system ou double system.
Em um single system, o áudio é capturado diretamente na câmera e gravado simultaneamente com a imagem. Para um double ou dual system, o som é capturado independentemente da câmera e em um gravador de áudio digital.
A vantagem de um single system é que ele não exige que o áudio seja sincronizado na pós-produção. Isso é vantajoso em formatos de notícias e documentários que geralmente exigem uma rápida entrega do material.
O double system é ideal se sua câmera não tiver entradas de áudio de alto nível. Mas o mais importante, um double system oferece uma qualidade de áudio maior. Um dos motivos pelo qual ele oferece isso é por causa que ele oferece uma taxa de amostragem mais alta.
Quando um sinal analógico é convertido em digital, as curvas do sinal de onda precisam ser divididas em amostras. O número de vezes que uma onda é mostrada determina a precisão com que a conversão digital corresponde ao original. Quanto mais amostras coletadas por segundo, mais precisa será a representação digital.
Esse processo é conhecido como quantização e é medido em quilohertz (kHz). Por exemplo, 11 kHz seria um som de baixa qualidade e 48 kHz seria o padrão para gravação de som digital.
Os double systems também oferecem maior profundidade de bits (bit depht). Este termo se refere a quantos valores diferentes de amplitude cada amostra de som possui. Quanto maior a profundidade de bits, mais preciso um sistema pode registrar e reproduzir as flutuações sutis em uma forma de onda.
Por exemplo, o áudio de 16 bits, que é padrão para um gravador de áudio digital, pode capturar 65.536 valores diferentes de som. Isso contribui para a riqueza e complexidade da gravação de som.
Talvez o benefício mais aparente do double system seja que o áudio não precisa ser conectado à câmera.
Se você tem um projeto que depende muito de filmagens de Dolly e Steadycam, não quer correr o risco de tropeçar em cabos ou equipamentos excessivos. Desta forma, você pode se concentrar na imagem, sabendo que o design de som não ficará comprometido.
Esteja usando um single system ou double system, é importante identificar qual configuração é mais apropriada para o seu projeto.
O ruído controlável é a interferência que pode ser gerenciada.
Os maiores infratores desse tipo de ruído são geladeiras, telefones celulares e eletrônicos pessoais. Certifique-se de que todos os telefones e aparelhos estejam desligados.
Mas, especialmente quando se trata de refrigeradores, lembre-se de ligá-los novamente após a produção pelo motivo óbvio.
Como o nome sugere, o ruído incontrolável se origina de forças fora de nosso controle. Pode ser um carro ou avião que passa, ou música que emana de um prédio próximo.
É aqui que entram em jogo os fones de ouvido profissionais. Se você perceber alguma dessas interferências indesejadas, certifique-se de anunciá-las no set. Espere até que o som pare, ou se não parecer que vai parar tão cedo, vá para outro local.
Uma grande parte de um bom design de som e uma boa gravação de som virá por meio de um operador de som experiente. Embora o som seja possivelmente mais da metade do seu projeto, muitas produções limitam sua equipe de áudio.
Independentemente da sua filosofia, você quer uma pessoa experiente no set. Ao organizar seu elenco e equipe, você pode inserir informações de contato de mixadores de som e operadores de boom em sua agenda.
Isso não se limita às pessoas que você contrata, porque você pode querer manter uma lista altamente organizada de potenciais profissionais de som prontos para caso você precise.

O microfone shotgun se tornou o padrão da indústria para gravação de som direto de filme e vídeo.
O que é ótimo sobre este dispositivo em forma de zepelim é que ele pode captar áudio sem capturar o ruído ambiental excessivo.
Freqüentemente, o microfone shotgun é montado em uma haste de boom, onde pode ser segurado acima ou abaixo de um ator para capturar o diálogo.
Além disso, acessórios protetores de vento, como um “blimp” ou o “dead cat”, se encaixam perfeitamente no microfone e reduzem os ruídos.

Microfones dinâmicos são os que você imagina quando normalmente pensa em um microfone. O mesmo que a maioria dos cantores segura quando canta.
Embora um microfone dinâmico não tenha a capacidade direcional de um microfone shotgun, ele é excelente para gravar em espaços barulhentos.
Esses microfones não requerem alimentação externa e não possuem um amplificador interno. Por causa disso, eles tendem a ser usados durante transmissões ou performances.

O microfone de lapela é um microfone omnidirecional que se prende à roupa de um ator. Eles tendem a ser usados quando um ator irá se mover com frequência na cena.
O posicionamento desse tipo de microfone é fundamental para uma boa captação de som. Como o microfone de lapela não tem o equilíbrio de frequência de outros dispositivos, ele pode adicionar uma qualidade nasal indesejada ao diálogo.
Além disso, o microfone de lapela opera por meio de um sistema sem fio. Isso, claro, oferece um maior grau de movimento, mas corrói a vida útil da bateria muito rapidamente. Também existe o risco de uma interferência de rádio estragar um take.
Quando possível, a segurança de uma conexão com fio é sempre preferida na gravação de som.
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]]>Confira os fundamentos básicos da coloração em vídeos e filmes no texto abaixo.
Coloristas usam a coloração para ajustar diversos aspectos da imagem: contraste, equilíbrio de cores, equilíbrio de branco, nível de preto, saturação e luminância (via MasterClass).
A coloração é usada para fins artísticos, para garantir que a paleta de cores do filme transmita uma atmosfera, estilo ou emoção específica. Por exemplo, um colorista pode usar mais vermelho em momentos dramáticos para representar paixão, raiva e poder.
A coloração pode até mesmo esclarecer elementos da narrativa de um filme, talvez adicionando um tom distinto a flashbacks ou a cenas que acontecem em um local diferente para diferenciá-los do resto do filme.
A correção de cor é utilizada para deixar as filmagens mais naturais, pois a câmera não capta luz da mesma forma que nossos olhos. Ela também corrige qualquer erro de luz que houver nas imagens, como uma imagem muito escura.
Por exemplo, se um ator dá seu melhor desempenho em uma cena com defeito de iluminação, um colorista de filme pode salvar a cena corrigindo a iluminação, para que assim pareça consistente com o resto da filmagem. As ferramentas de correção de cores também podem otimizar a filmagem para que quaisquer efeitos visuais adicionados (VFX) se misturem da forma mais natural possível.
Um dos maiores desafios na correção de cores é entender o quão subjetivo é o sistema perceptivo humano. O cérebro humano é incrivelmente adaptável e está constantemente ajustando as imagens que passam por nosso córtex visual para fazer mais sentido para nós (via moviola.com).
Em outras palavras, a maneira como nosso cérebro percebe uma imagem é muito diferente da maneira como nossos olhos a vêem fisicamente, por exemplo, aqui vemos uma banana amarela contra um fundo esverdeado:

A banana é de fato vermelha, mas seu cérebro está tentando reconciliar sua experiência com bananas com o que está vendo, e o resultado é uma interpretação de que o fundo cinza é na verdade verde.
A cor como a conhecemos então não é um atributo físico de um objeto, é a confluência de processos físicos e cognitivos que acontecem com uma imagem em seu caminho para nossa consciência. Alguns dos fatores mais importantes para informar nossa interpretação das cores em uma imagem são:
As cores em filmes e vídeos são normalmente divididas em três cores primárias: vermelho, verde e azul. Por que essas três cores? Bem, simplesmente porque essas três cores correspondem ao mecanismo físico que usamos para ver as cores em nosso mundo.
Como humanos, temos fotorreceptores chamados cones, alguns cones medem o comprimento de onda da luz azul, outros vermelhos e outros verdes. Portanto, ao separar as cores em vermelho, azul e verde, conseguimos a melhor correspondência para a forma como nosso público humano percebe as cores.
Quando diferentes cores se sobrepõem, elas se somam. Uma sobreposição de duas cores nos dá cores secundárias: amarelo, ciano e magenta. Combinadas com as primárias, essas seis cores são aquelas com as quais lidamos principalmente no processo de correção de cores.
Na correção de cores, isso normalmente é representado como um círculo cromático:

Em um círculo cromático, o ângulo em torno da roda representa o matiz, a essência da cor. Afastar-se do centro em direção à borda do círculo representa o quão saturada é uma cor. Uma maneira fácil de pensar em uma saturação de cores é na verdade no reverso, pense nisso como uma tonalidade de cinza. Quanto mais próxima uma cor estiver do centro da roda, mais fraca ela ficará, ou branco se a cor for extremamente brilhante. Quanto mais perto da borda da roda, mais forte é a cor. Em resumo, o ângulo de uma cor ao redor do círculo cromático é seu matiz e a distância do centro é sua saturação.
Ao corrigir e graduar as cores, é importante avaliar com precisão o seu vídeo. Seu monitor pode não estar devidamente calibrado, então ele não é confiável, e nossos olhos se adaptam à imagem, então não podemos confiar neles também. É aqui que entram os gráficos de vídeo.
Os gráficos nunca mentem, mas eles podem ser bastante intimidadores se você nunca aprendeu como interpretá-los. Abaixo há uma definição simples dos principais gráficos disponíveis nos softwares de coloração. Vamos começar com o wavefom.
Com o waveform, você pode ver o quão clara ou escura é cada parte de sua imagem. Como o nome sugere, ele mostra o brilho da imagem representado como uma forma de onda.
Se você estiver editando HD, o preto é 0 e o branco é 100. Os níveis abaixo de 0 na parte inferior do gráfico serão cortados e os níveis acima de 100 próximos ao topo do gráfico também serão cortados, então você deseja que seus níveis sejam dentro da faixa de 0-100. No entanto, isso é verdadeiro apenas para vídeo SDR (Standard Dynamic Range). Com os padrões Ultra-HD, vem a entrega de High Dynamic Range, onde os brancos podem chegar a 10.000.
Aqui está uma foto subexposta com sua waveform:

O nível máximo – a área mais brilhante – atinge o pico em torno de 80 no gráfico. A parte mais brilhante desta imagem são as nuvens, então isso significa que as nuvens não serão totalmente brancas. A parte mais escura fica em torno de 5 no gráfico, o que significa que nenhuma parte dela é totalmente preta. Esta é uma informação realmente boa quando queremos corrigir a exposição.
Aumentando os níveis de branco, diminuindo ligeiramente os pretos e tornando os tons médios muito mais brilhantes, podemos utilizar toda a gama dinâmica da imagem.
A figura abaixo mostra como as partes mais brilhantes, as nuvens, sobem até 100 após a correção da imagem – mas não acima disso:

Isso significa que não estamos cortando o branco, mas as nuvens estarão totalmente brancas. Além disso, os pretos são um pouco mais baixos, com picos muito pequenos quase tocando a linha 0.
O waveform mostra apenas os valores de luminância da imagem, não nos diz nada sobre as cores. O Padrão RGB mostra todas as três cores que compõem uma imagem de vídeo lado a lado.


O vectorscópio YC é o gráfico que você usará para medir o matiz e a saturação de suas cores. A distância do centro indica a saturação das cores. Um pequeno ponto no centro significa que é uma foto em preto e branco. Um traço próximo ao círculo ao redor significa que suas cores estão supersaturadas.

Você vai querer usar o vetorscópio ao ajustar o tom da pele por exemplo, e para verificar a saturação de uma cor.
O ângulo do traço no vetorscópio informa a tonalidade dos pixels da imagem. Quanto mais brilhante for o gráfico em um determinado ângulo, mais pixels na imagem terão essa cor.

A coloração em vídeos é utilizada tanto para a correção de cor, quanto para fins artísticos. E essa não é uma tarefa nada fácil, principalmente porque nosso cérebro percebe uma imagem de uma forma muito diferente da maneira como nossos olhos a vêem fisicamente.
Uma das principais ferramentas utilizadas na coloração em vídeos é o círculo cromático, que representa o matiz e a saturação. Outras ferramentas muito utilizadas pelos coloristas são os gráficos, como o Waveform, o Padrão RGB, e o Vetorscópio.
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]]>Na segunda etapa da correção de cor você isola partes específicas da imagem e ajusta sua cor separadamente do resto da imagem.
Neste texto, daremos uma olhada nas etapas envolvidas na correção secundária de cor, desde o mascaramento de partes da imagem até a combinação dessas máscaras para isolar regiões muito específicas.
Estaremos usando como exemplo o DaVinci Resolve da Blackmagic porque é uma espécie de padrão da indústria para correção de cor e porque é gratuito (via moviola.com).
A segunda etapa de correção de cor trata da criação de mattes para mascarar certas partes da imagem. Esses mattes são normalmente criados de duas maneiras: eles podem ser gerados com um keyer ou podem ser articulados manualmente com uma curva spline.
Uma palavra rápida sobre a terminologia aqui, os termos mat e máscara são freqüentemente usados como o mesmo significado, mas mat na verdade se refere a qualquer imagem em tons de cinza que isola partes de uma imagem mestre, quando é usado para limitar o efeito de um filtro como um corretor de cor é chamado de máscara .
Em outras palavras, a imagem em tons de cinza é um mat, e o mat pode então ser aplicado como uma máscara.
Antes de entrarmos no assunto, aqueles de vocês que vêm de motion graphics ou efeitos visuais precisam entender o modo preguiçoso de trabalhar do colorista.
O olho humano está mais preocupado com o contraste de luminância do que com os detalhes das cores. Dê uma olhada nessas duas imagens:

A imagem à direita teve suas informações de cor borradas, mas deixou seu canal de luminância intacto. Você percebe a diferença entre os dois? Provavelmente não muito, embora se você for mulher, sua visão superior das cores pode revelar as diferenças.
Mas dê uma olhada na mesma imagem se borramos o canal de luminância tanto quanto borramos os canais de cores:

Seus olhos perdoam as informações precárias espaciais de cor, desde que a luminância ou o contraste permaneçam nítidos. Assim, não precisamos nos preocupar muito sobre exatamente onde ficam as bordas dos mattes.
Normalmente são usados mattes circulares ou retangulares simples com uma quantidade generosa de desfoque para criar correções de cores locais:

Os artistas de efeitos visuais estão acostumados a definir mattes em linhas muito precisas, mas esse tipo de detalhe é um exagero para a maioria dos trabalhos com cores e só retardaria o processo. Na verdade, existem muitas outras maneiras de criar mattes além de keys e curvas spline: Motion vector, pincéis e os mapas de disparidade são apenas alguns exemplos, mas a maioria deles leva mais tempo do que necessário para a correção de cor. Portanto, você pode salvar esse tipo de magia de pixel para seus efeitos visuais.
A maneira mais simples de criar um matte secundário é usar uma forma simples, também chamada de power window. Círculos e quadrados são provavelmente os mais comuns e são usados em uma ampla variedade de cenas.
Até aqui tudo bem, mas quando pressionamos play nossa power window infelizmente fica exatamente onde a colocamos, sendo que o objeto se movimenta e sai do quadro. Obviamente, precisamos que a forma se mova com o objeto. A solução é trackear/rastrear o movimento do objeto. No Resolve, este é um processo bastante simples, basta acessar a guia de tracking e usar o tracker 3D:

Assim que o rastreamento for concluído nossa forma se moverá com o objeto e, portanto, a correção de cor também.
Para movimentos mais difíceis, como, por exemplo, os braços em uma cena, o desfoque de movimento impedirá um rastreamento bem-sucedido. Nesses casos, você precisará mover e enquadrar a posição das formas manualmente.
Às vezes, as formas predefinidas em uma correção de cor não se ajustam à situação específica. Digamos que precisamos aprofundar a cor desta luminária:

A forma incomum do objeto não permite um ajuste natural para um matte circular ou retangular, em vez disso, podemos criar uma forma personalizada usando uma curva spline. Usando uma ferramenta de curva, clicamos e arrastamos para criar pontos de controle que definem a forma:

Quanto mais você arrasta, mais ampla é a curva no ponto que você está criando. Apenas não exagere, adicione muitos pontos e você pode ter muito trabalho extra caso o objeto mude de forma com o tempo. Normalmente, com essas ferramentas de spline, e é esse o caso aqui no Resolve, você clica de volta no primeiro ponto que fez para fechar a forma.
Agora vamos ocultar o contorno, adicionar mais um pouco de laranja às sombras e tons médios, mas conforme aumente um pouco o contraste de tons médios, talvez seja melhor diminuir o laranja para evitar que os realces fiquem muito quentes:

Por fim, adicionaremos um pouco de suavidade ao mat para remover qualquer linha de transição dura entre nossa correção e o resto da foto:

Agora, poderíamos ter tentado usar uma power window retangular e mover os cantos para se alinharem com a forma geral da luminária, mas, neste caso, isso escureceria de forma não natural a parede circundante que deveria ser totalmente iluminada pela luz da lâmpada.
Como exemplo de correção final, vamos adicionar um node e usá-lo para reduzir um pouco a intensidade da janela principal desta cena que foi estourada durante a master. Uma simples power window retangular resolverá o problema.

Desta vez, usaremos uma correção de curva para corrigi-lo, adicionaremos três pontos de controle à curva. O inferior agirá como uma âncora para evitar que os tons médios e as sombras mudem. Em seguida, vamos puxar para baixo os destaques, arrastando para baixo os três pontos de controle superiores para criar uma bela curva de queda sem qualquer clipping à medida que reduzimos o brilho. Agora recuperamos um pouco da textura da cortina e perdemos a aspereza da cena original:

Obviamente, cada cena é diferente, mas espero que você tenha reunido princípios suficientes aqui para trabalhar no básico da correção de cor de seu vídeo.
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